1. Classifique
Leve (3,0–3,4), moderada (2,5–2,9) ou grave (< 2,5 mEq/L, sintomas importantes ou ECG alterado).
Classifique a hipocalemia e receba a conduta de reposição adequada ao paciente: via, dose, diluição, velocidade máxima, monitorização e ajustes para função renal, digoxina, cetoacidose e hipomagnesemia.
Informe o potássio, o peso e a situação clínica para classificar e montar a reposição.
Preencha os dados ao lado para ver a classificação, o déficit estimado e a reposição adequada a este paciente.
A calculadora primeiro classifica a gravidade (valor do K⁺, sintomas e ECG) e só então propõe a via e a dose, ajustando a conduta às condições informadas. A reposição é guiada pelo potássio seriado, não pela correção de todo o déficit de uma vez.
Leve (3,0–3,4), moderada (2,5–2,9) ou grave (< 2,5 mEq/L, sintomas importantes ou ECG alterado).
Oral nos casos leves e estáveis; EV quando grave, sintomático, com ECG alterado ou sem via oral.
Periférico até 10 mEq/h; central até 20 mEq/h com monitor. Nunca em bolus.
Potássio seriado, magnésio, perdas gastrointestinais/renais, diuréticos e redistribuição.
O KCl concentrado é medicamento de alta vigilância. Diluir sempre, usar bomba de infusão e reduzir dose e velocidade em insuficiência renal. Na cetoacidose diabética com K⁺ < 3,5 mEq/L, a insulina deve aguardar a reposição.