Documentos e Atestados
Consulte e emita modelos de atestados, laudos, declarações e relatórios clínicos devidamente padronizados, otimizando sua rotina de trabalho.
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Gerar declaração de comparecimento
Informe a data e o horário (ou turno) do atendimento: a declaração é montada ao lado, pronta para copiar ou imprimir.
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- A declaração não recomenda afastamento. Se o paciente precisar ficar afastado além do tempo do atendimento, emita um atestado médico.
- Não inclua motivo da consulta, diagnóstico ou CID, salvo pedido e autorização expressa do paciente.
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Gerar atestado para falta à escola
Preencha os campos: o texto do atestado é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- Emita somente após avaliar o aluno e registre no prontuário o atendimento e o período recomendado.
- Informe um número definido de dias — nunca "por tempo indeterminado". Em afastamentos longos, reavalie e emita novo documento.
- Diagnóstico/CID só entra a pedido do paciente ou do responsável legal, com a concordância registrada no atestado e no prontuário (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar atestado de não afastamento
Preencha os campos: o texto do atestado é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- Emita somente após avaliar o paciente e registre o atendimento no prontuário.
- Diagnóstico/CID só entra a pedido do paciente (ou responsável), com a concordância registrada no atestado e no prontuário (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar atestado para atividade física
Especifique a atividade e as restrições; o atestado é montado ao lado.
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- Emita somente após avaliação presencial (anamnese dirigida e exame físico) e registre no prontuário.
- Descreva a atividade autorizada: evite "apto para qualquer esporte" quando a avaliação não contemplou essa finalidade.
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Gerar declaração para acompanhante
Preencha os dados do acompanhante, do paciente e do período: o texto é montado ao lado.
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- Declare apenas o comparecimento e o período constatado. A declaração não atesta incapacidade do acompanhante.
- Diagnóstico/CID do paciente só entra a pedido dele (ou do responsável legal), com a concordância registrada (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar laudo médico para o INSS
Monta o laudo do médico assistente para o Atestmed ou para a perícia: quadro clínico, repercussão funcional, datas e prazo de afastamento.
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- O laudo subsidia a Perícia Médica Federal; quem concede o benefício e define o prazo é o INSS. O requerimento é feito pelo paciente no Meu INSS (135).
- Para o Atestmed, o documento precisa trazer diagnóstico por extenso ou CID, data de início e prazo do afastamento. Inclua o diagnóstico só com autorização expressa do paciente (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar relatório de alta hospitalar
Preencha os blocos do sumário de alta; campos opcionais vazios não aparecem no documento.
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- A alta é ato médico: o sumário é elaborado pelo médico responsável. Confira os dados antes de entregar e mantenha cópia no prontuário.
- Seja sintético: resuma o que mudou diagnóstico, tratamento ou seguimento, e deixe as pendências explícitas.
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Gerar evolução ambulatorial (SOAP)
Preencha S, O, A e P; lista de problemas, medicações e retorno são opcionais. Copie e cole no prontuário eletrônico.
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- Registre o que mudou desde a última consulta: não copie a evolução anterior sem revisar.
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Gerar atestado de data provável do parto
Atestado da gestante com a DPP, para o(a) parceiro(a) comunicar a licença-paternidade ao empregador.
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- A paciente é a gestante: emita somente a pedido e com autorização dela, pois o documento revela a gestação a terceiros.
- A partir de 1º/1/2027, a Lei 15.371/2026 exige comunicar o empregador com 30 dias de antecedência, com atestado que indique a data provável do parto. Antes disso, a empresa pode pedir o documento por norma interna.
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Gerar ASO
Preencha os campos mínimos do item 7.5.19.1 da NR-7; o ASO é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- Emita o ASO somente após o exame clínico ocupacional, conhecendo a função e os riscos do PGR que exigem controle médico no PCMSO.
- O ASO não leva diagnóstico nem CID: registre só a conclusão (apto/inapto). Os achados clínicos ficam no prontuário.
- Muitas empresas e serviços usam formulário próprio (e enviam o evento S-2220 ao eSocial). Este texto reúne o conteúdo mínimo da NR-7.
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Gerar atestado de necessidade de acompanhamento
Emitido pelo médico do paciente (o familiar doente). Descreva a necessidade de assistência, não o diagnóstico.
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- Quem atesta é o médico que assiste o paciente. O documento descreve a necessidade de cuidado; não atesta incapacidade do familiar nem garante licença ou abono.
- Diagnóstico/CID do paciente só entra a pedido dele (ou do responsável legal), com a concordância registrada (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar atestado de afastamento
Informe o número de dias e a data de início: o texto do atestado é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- Emita somente após avaliar o paciente, com o período que a condição clínica realmente exige, e registre no prontuário.
- Diagnóstico/CID só entra a pedido do paciente (ou representante legal), com a concordância expressa no atestado e no prontuário (Res. CFM 2.381/2024, art. 5º, §§ 3º e 4º).
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Gerar atestado de deficiência (cota PcD)
Descreva a deficiência e as limitações funcionais; a frase sobre limitações exigida pelas empresas entra automaticamente.
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- Descreva a repercussão funcional, não só o diagnóstico. Evite laudos genéricos.
- O enquadramento formal é feito pelo médico do trabalho da empresa; este atestado o subsidia.
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Gerar atestado de gestação
Informe a idade gestacional, como foi estimada e a data provável do parto. Escolha a finalidade para acrescentar o trecho adequado.
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- O atestado é emitido a pedido da gestante. Exigir teste ou atestado de gravidez para admissão ou permanência no emprego é proibido (Lei 9.029/1995).
- Informe só o necessário: gestação, idade gestacional e DPP. Intercorrências e CID só a pedido e com concordância expressa (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar atestado de isolamento
Escolha a situação: o período sugerido e os critérios de retorno da NT MS 5/2026 entram no texto. Ajuste os dias à sua avaliação.
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- Prazos sugeridos (NT MS 5/2026): SG 5 dias do início dos sintomas; assintomático com teste positivo 5 dias da data do exame; imunocomprometido 10 dias; SRAG por SARS-CoV-2 20 dias. Individualize.
- Diagnóstico e CID só entram a pedido do paciente, com a concordância registrada (Res. CFM 2.381/2024). Sem isso, o texto fala apenas em "condição de saúde que requer isolamento".
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Gerar atestado (amamentação / prorrogação)
Escolha a finalidade e descreva a condição clínica que justifica o pedido.
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- A prorrogação não é direito automático de toda lactante: exige condição clínica excepcional da mãe ou da criança, avaliada por você.
- A condição clínica e o CID só entram com autorização expressa da paciente (Res. CFM 2.381/2024). Sem eles, a empresa ou o INSS podem não aceitar a prorrogação.
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Gerar atestado para passageiro com condição especial
Marque as assistências necessárias: o texto do atestado é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- Descreva a necessidade funcional (o que o passageiro precisa), não o diagnóstico. CID só com autorização expressa.
- Maca, oxigênio, equipamento médico a bordo ou condição de saúde com risco costumam exigir o MEDIF da companhia, enviado com pelo menos 72 horas de antecedência (Res. ANAC 280/2013).
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Gerar atestado de viagem aérea para gestante
Preencha os dados obstétricos e do voo: o atestado é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- Emita perto da data do voo: muitas companhias só aceitam atestados emitidos poucos dias antes do embarque. Confira o prazo na companhia.
- Não declare aptidão se houver sangramento, dor, contrações, perda de líquido, hipertensão descompensada ou outro sinal de intercorrência.
- Algumas companhias exigem o MEDIF (formulário próprio) a partir de certa idade gestacional — nesse caso, preencha também o formulário delas.
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Gerar atestado para concurso
Informe a finalidade e o edital; o texto liga a aptidão à etapa exigida.
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- Leia o edital: muitos exigem modelo próprio, prazo de emissão (ex.: até 30 dias antes do teste), dados clínicos ou especialista.
- Para a posse, a decisão final é da inspeção médica oficial do órgão; o atestado do médico assistente a subsidia.
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Gerar atestado para fraldas geriátricas
Preencha condição, tamanho e quantidade; a prescrição e a informação sobre representante entram no texto.
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- Pelo Farmácia Popular, têm direito pessoas com 60 anos ou mais ou pessoas com deficiência; para PcD, o documento precisa trazer o CID (inclua com a autorização do paciente ou responsável).
- O programa entrega até 4 fraldas/dia (40 a cada 10 dias, 120 por mês). Prescrição, laudo ou atestado valem 180 dias.
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Gerar atestado para licença-maternidade
Escolha a situação (gestante, parto, natimorto, aborto ou internação prolongada) e preencha as datas.
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- Informe apenas o necessário para a finalidade trabalhista/previdenciária: idade gestacional e datas. Não descreva intercorrências.
- CID só a pedido e com a concordância expressa da paciente (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar atestado para piscina
Registre o resultado do exame. Se houver condição que impeça o uso, o atestado informa a restrição temporária sem citar a doença.
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- Examine pele, couro cabeludo, unhas, dobras e pés antes de emitir. O exame dermatológico não avalia aptidão cardiovascular para esforço físico.
- Diagnóstico/CID só entra a pedido do paciente (ou responsável), com a concordância registrada (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar comunicação de caso à vigilância
Resumo do caso para enviar ou ditar à vigilância epidemiológica (ex.: na notificação imediata por telefone ou e-mail). O registro no Sinan/e-SUS Sinan ou no sistema específico continua obrigatório.
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- Nas doenças de notificação imediata, não espere a confirmação laboratorial: comunique a suspeita em até 24 horas pelo meio mais rápido disponível.
- Envie apenas aos canais oficiais da vigilância (SMS/SES/CIEVS). Os dados pessoais são sigilosos.
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Gerar encaminhamento ou contrarreferência
Escolha o tipo de documento e preencha o essencial: o texto é organizado em seções, pronto para copiar ou imprimir.
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- Escreva uma pergunta clínica clara: é o que mais ajuda o especialista a resolver o caso numa só consulta.
- Para pedidos pelo sistema de regulação (SISREG, SER etc.), use também o formulário/justificativa do sistema — veja os artigos de regulação do RJ.
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Gerar encaminhamento para avaliação de transplante
Carta do médico assistente à equipe transplantadora ou à Central Estadual de Transplantes, com os dados que aceleram a avaliação.
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- Este documento não inscreve o paciente: a inscrição é feita pela equipe transplantadora autorizada, no sistema do SNT, após avaliação e consentimento do paciente.
- Converse com o paciente sobre o encaminhamento e registre no prontuário.
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Gerar evolução (SOAP)
Preencha S, O, A e P; dia de internação, dispositivos e balanço são opcionais. Copie e cole no prontuário eletrônico.
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- Não copie a evolução do dia anterior sem revisar: cada registro deve refletir a avaliação daquele momento.
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Gerar justificativa do encaminhamento
Monta o texto da indicação clínica para colar no campo de justificativa do SISREG. Não leva nome do paciente nem assinatura.
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- Para urgência ou emergência com risco de morte, não use o SISREG ambulatorial: acione a regulação de urgência (Vaga Zero) ou o SAMU.
- Informe dados suficientes para o regulador decidir: falta de informação leva à devolução da solicitação.
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Gerar justificativa da internação eletiva
Monta o texto clínico para colar na solicitação de internação no sistema de regulação. Não leva nome do paciente nem assinatura.
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- Paciente instável, com risco de deterioração ou que precisa de recurso hospitalar no mesmo dia não deve aguardar fluxo eletivo: acione a Vaga Zero/urgência ou o SAMU 192.
- Atualize a solicitação sempre que o quadro mudar enquanto a vaga não sai.
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Gerar justificativa da solicitação (SER)
Monta o texto da indicação clínica para colar na solicitação do SER. Não leva nome do paciente nem assinatura: a identificação é feita nos campos próprios da plataforma.
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- Urgência ou emergência com risco de morte não vai pelo fluxo ambulatorial do SER: use a regulação de urgência (Vaga Zero) ou o SAMU 192.
- Anexe o pedido médico e os exames que sustentam a indicação; solicitações incompletas costumam ser devolvidas.
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Gerar laudo para credencial de estacionamento
Descreva a condição e, principalmente, o nexo entre ela e a dificuldade de locomoção. Informe se o comprometimento é permanente ou temporário.
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- Se a prefeitura tiver formulário próprio de laudo, ele é obrigatório: use este texto para preenchê-lo ou anexá-lo.
- O direito à vaga de PcD depende do comprometimento de mobilidade, não só do diagnóstico. Pessoa idosa (60 anos ou mais) não precisa de laudo.
- CID só com a concordância expressa do(a) paciente, mesmo quando o formulário o pede (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar laudo para transporte gratuito
Descreva a condição, a repercussão funcional, o tratamento continuado e a necessidade de acompanhante, conforme o programa.
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- Se o programa tiver formulário próprio (sistema do Passe Livre, Vale Social, prefeitura), ele é obrigatório: use este texto para preenchê-lo ou anexá-lo.
- O laudo comprova informações clínicas; a concessão, a validade e a cota de viagens são decididas pelo órgão responsável.
- Diagnóstico e CID só com a concordância expressa do(a) paciente, mesmo quando o programa os pede (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar nota SOAP orientada por problemas
Atualize a lista de problemas e registre o encontro em SOAP. O texto pode ser colado no prontuário eletrônico.
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- Registre apenas o que foi efetivamente avaliado neste encontro; diferencie o relato do paciente (S) dos achados do profissional (O).
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Gerar nota de procedimento
Escolha o procedimento e preencha só o que se aplica: o texto é montado ao lado, pronto para colar no prontuário.
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- Descreva o que realmente ocorreu: lado, número de tentativas, profundidade, volumes, medicações e intercorrências. Apague do texto o que não foi feito.
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Gerar prescrição hospitalar
Monta a prescrição em tabela numerada: dieta → medicações (ordenadas por via e tipo) → "se necessário" → cuidados. Revise cada item antes de transcrever ao sistema ou imprimir.
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- Escreva cada medicamento com nome genérico, concentração, dose, via, frequência e duração — sem abreviaturas ambíguas (U, UI, µg, "SOS").
- Medicamentos de alta vigilância (insulinas, anticoagulantes, opioides, potássio e eletrólitos concentrados) merecem dupla checagem.
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Gerar texto da Receita de Controle Especial
Para substâncias das listas C1 e C5 (Portaria SVS/MS 344/1998). Monta a 1ª via (retenção da farmácia) e a 2ª via (paciente) com o conteúdo exigido.
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- Imprima no modelo vigente da Anvisa (os anexos antigos da Portaria 344/1998 foram substituídos pelos modelos do SNCR — RDC 1.000/2025) ou emita por plataforma eletrônica integrada ao SNCR, com assinatura qualificada ICP-Brasil.
- Não use para listas A, B1, B2, C2 ou C3: elas exigem Notificação de Receita própria, numerada e fornecida/autorizada pela vigilância sanitária.
- Validade de 30 dias a partir da emissão, em todo o território nacional.
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Gerar receita simples com orientações
Para medicamentos sem controle especial. Escreva cada item com nome genérico, concentração, forma, quantidade e modo de usar.
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- Não use para medicamentos sob controle especial (Portaria SVS/MS 344/1998): eles exigem receituário/notificação próprios.
- Antimicrobianos: receita em duas vias, válida por 10 dias (RDC Anvisa 471/2021).
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Gerar relatório clínico para o LME
Relatório que acompanha o LME e documenta os critérios do PCDT. O texto também serve de rascunho para os campos 9 a 12 do formulário.
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- O formulário LME oficial é obrigatório (modelo do Ministério da Saúde ou o padronizado pela Secretaria de Saúde). Este relatório o acompanha; não o substitui.
- O CID-10 é campo do LME e integra o pedido feito pelo próprio paciente; registre no prontuário a concordância dele com a inclusão do diagnóstico (Res. CFM 2.381/2024).
- Confira no PCDT do medicamento quais critérios, exames e termos são exigidos.
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Gerar relatório de internação
Preencha os blocos da admissão; campos opcionais vazios não aparecem no relatório.
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- Registre somente informações verificadas. O relatório gerado deve ser conferido e inserido no prontuário oficial do serviço.
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Gerar relatório de transferência
Preencha em SBAR. O relatório acompanha o paciente, legível e assinado, e uma cópia fica no prontuário de origem.
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- A transferência exige contato prévio com o médico receptor (ou o diretor técnico do destino) e sua concordância, ou autorização da central de regulação (Res. CFM 1.672/2003).
- Antes de sair: avaliação e suporte respiratório e hemodinâmico, vias e dispositivos fixados, exames e imagens separados, família informada.
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Gerar relatório médico para a escola
Escreva o que a escola precisa saber para cuidar do estudante. Campos opcionais vazios não aparecem.
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- Converse com os responsáveis (e com o estudante, conforme a idade) sobre o que será compartilhado. Diagnóstico e CID só entram com autorização expressa deles (Res. CFM 2.381/2024).
- O acesso ao AEE e ao profissional de apoio não depende de laudo (Decreto 12.686/2025): o relatório informa e orienta, não condiciona direitos.
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Gerar relatório médico para o BPC
Descreva o impedimento e, principalmente, o que ele limita no dia a dia: o relatório sai organizado como a avaliação do INSS enxerga o caso.
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- O relatório subsidia a avaliação do INSS (perícia médica e avaliação social); quem reconhece a deficiência e concede o benefício é o INSS. O requerimento é feito pelo Meu INSS ou pelo 135.
- Diagnóstico/CID só com autorização expressa do paciente ou representante legal (Res. CFM 2.381/2024). Descreva a funcionalidade, não só o diagnóstico.
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Gerar relatório médico para o INSS
Monte o relatório para perícia ou Atestmed: quadro clínico, tratamento, repercussão funcional e, se houver fundamento, tempo estimado de afastamento.
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- O médico assistente descreve o quadro; quem reconhece a incapacidade para fins previdenciários é a Perícia Médica Federal.
- Para o Atestmed, o INSS exige diagnóstico por extenso ou CID, data de emissão, tempo estimado de repouso, identificação do segurado e assinatura/CRM — documento legível e sem rasuras.
- O CID só entra com a concordância expressa do(a) paciente (Res. CFM 2.381/2024). Sem CID, escreva o diagnóstico por extenso, que também atende ao Atestmed.
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Gerar relatório médico para curatela
Descreva a condição e, sobretudo, o que a pessoa consegue e não consegue fazer. O relatório informa; quem decide a curatela é o juiz, após a perícia.
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- Este relatório acompanha a petição inicial (CPC, art. 750). Ele não substitui a perícia judicial, que é obrigatória (CPC, art. 753).
- Descreva a funcionalidade, não só o diagnóstico: a curatela atinge apenas atos patrimoniais e negociais e deve ser proporcional (LBI, arts. 84 e 85).
- O documento é entregue ao paciente ou ao seu representante legal/familiar que acompanha o processo; diagnóstico e CID com a devida autorização (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar relatório do médico assistente (isenção de IR)
Relatório clínico que acompanha o pedido ao serviço médico oficial: diagnóstico, data do diagnóstico e fundamentação.
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- Este relatório não substitui o laudo pericial do serviço médico oficial (União, estado, DF ou município), exigido pela Lei 9.250/1995, art. 30. Ele reúne a fundamentação para a perícia oficial.
- Se você atua em serviço médico oficial, use o modelo de laudo pericial da aba Modelo de laudo (campos do modelo da Receita Federal).
- A doença e o CID só entram com a concordância expressa do(a) paciente, que é quem solicita o documento (Res. CFM 2.381/2024).
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Gerar relatório médico para pedido de isenção
Monta o texto do relatório do médico assistente. Ele acompanha — e não substitui — o laudo de avaliação no modelo oficial do órgão.
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- O formulário/laudo oficial de cada órgão (Receita Federal/Sisen, Detran, Secretaria da Fazenda, serviço médico oficial no caso do IR) é obrigatório e tem regras próprias de quem pode emiti-lo e assiná-lo.
- Ao médico assistente é vedado preencher formulários que caracterizem perícia médica para benefício fiscal do próprio paciente; ele pode emitir relatório médico ou relatório médico especializado (Res. CFM 2.381/2024, art. 6º).
- Descreva a condição e a repercussão funcional. A concessão da isenção é decisão do órgão, não do médico.
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Gerar solicitação de exames
Liste os exames (um por linha) e a indicação clínica: o pedido é montado ao lado, pronto para copiar ou imprimir.
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- A Res. CFM 2.381/2024 (art. 4º, XII) exige na solicitação a descrição dos exames e a indicação clínica.
- Hipótese diagnóstica/CID só com autorização do paciente. Para convênio, o pedido do médico costuma ser transcrito na guia SP/SADT do padrão TISS.
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Gerar termo de consentimento
Descreva o procedimento em linguagem simples: o termo sai com as declarações, a opção de revogar e os espaços de assinatura.
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- O termo registra o esclarecimento; ele não o substitui. Converse antes, responda às dúvidas e dê tempo para a decisão, sempre que a situação permitir.
- Use linguagem acessível ao paciente, sem siglas e jargões. Termos genéricos ("todos os riscos inerentes") têm pouco valor ético e jurídico.
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Gerar termo de recusa / alta a pedido
O termo registra a informação dada e a decisão do paciente. Preencha com as palavras que você usou na conversa.
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- O termo não substitui a conversa: explique riscos e alternativas em linguagem clara, verifique a compreensão e registre tudo no prontuário.
- Em urgência com iminente perigo de morte, o médico deve adotar as medidas para preservar a vida, independentemente da recusa (Res. CFM 2.232/2019, art. 11). Recusa de menor ou de adulto sem pleno uso das faculdades mentais, em risco relevante, não deve ser aceita (art. 3º).
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