| Nódulo dos ordenhadores (pseudocowpox) | Parapoxvírus; lesão e histologia idênticas ao orf. | Contato com bovinos (tetas de vacas leiteiras), não com ovinos/caprinos. Conduta igual. |
| Vaccínia bovina (ortopoxvírus) | Ordenhadores com lesões em mãos; endêmica no Brasil. | Vesículas e pústulas umbilicadas que evoluem para úlcera e crosta negra, múltiplas, mais dolorosas, com febre e linfadenopatia mais marcadas; vacas com lesões nas tetas. PCR de ortopoxvírus. |
| Antraz cutâneo | Lesão em mão após contato com animais, carne ou couro. | Escara negra indolor com edema gelatinoso extenso desproporcional; animal morto subitamente. Gram/cultura/PCR — emergência e notificação. |
| Esporotricose | Nódulo em mão de trabalhador rural, com linfangite. | Nódulos em cadeia ao longo do linfático; contato com gatos ou vegetais; cultura fúngica. Não regride sozinha. |
| Granuloma piogênico | Nódulo vascular friável que sangra. | Sem contato animal, sem evolução por estágios; persiste. Histologia. |
| Panarício herpético | Lesão dolorosa em dedo. | Vesículas agrupadas sobre base eritematosa, dor intensa; PCR para HSV. |
| Infecção bacteriana (furúnculo, celulite, erisipeloide) | Eritema, edema e exsudação. | Dor e calor maiores, flutuação; erisipeloide após peixe/carne de porco. Resposta a antibiótico. |
| Micobacteriose atípica, tularemia, doença da arranhadura do gato | Nódulo de inoculação com linfadenopatia. | Exposição a aquários, coelhos/carrapatos ou gatos; evolução mais arrastada. |
| Carcinoma espinocelular / ceratoacantoma | Lesão vegetante, sobretudo no orf gigante. | Idade, fotoexposição, crescimento sem estágios; biópsia. |