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Princípios da Prescrição

Como organizar a prescrição hospitalar de forma individualizada, clara e segura — da admissão à revisão diária de dieta, hidratação, medicamentos, antimicrobianos, profilaxias, monitorização e cuidados gerais.

Prescrição seguraIndividualizaçãoRevisão diáriaGerador de prescrição hospitalar
10 min de leitura Atualizado em outubro de 2026

Prescrição individualizada e segura

A prescrição deve ser individualizada, compatível com a condição clínica atual e revista sempre que o quadro mudar. No paciente internado, a revisão faz parte da avaliação diária: decida a cada dia manter, ajustar ou suspender cada item.

Modelos e protocolos ajudam a organizar, mas não substituem o raciocínio clínico. Considere idade, peso, função renal e hepática, comorbidades, alergias, interações, via disponível, deglutição, estado volêmico, risco de eventos adversos e o contexto assistencial.

Uma prescrição segura permite que outro profissional entenda exatamente o que administrar, quanto, por qual via, com que frequência, por quanto tempo e, quando necessário, como preparar e administrar.

Paciente identificadoLegibilidadeDose individualizadaData e revisão

Identificação

Paciente (dois identificadores), contexto assistencial e prescritor.

Indicação

Cada medicamento, dieta, fluido ou cuidado tem finalidade clínica clara.

Segurança

Alergias, duplicidades, interações, contraindicações e ajuste renal/hepático.

Reavaliação

Suspenda o que deixou de ser necessário; ajuste conforme a resposta.

Sequência prática de raciocínio

  1. Revise os problemas ativos

    Atualize hipóteses, prioridades, gravidade e objetivos terapêuticos.

  2. Defina o suporte básico

    Dieta, hidratação quando indicada, oxigênio e cuidados assistenciais.

  3. Reconcilie os medicamentos

    Identifique o uso prévio e decida manter, suspender, substituir ou ajustar.

  4. Prescreva o tratamento atual

    Com todos os componentes para dispensação e administração seguras.

  5. Inclua prevenção e monitorização

    Profilaxias, sinais vitais, balanço, glicemia, diurese e outros parâmetros.

  6. Revise antes de assinar

    Dose, via, intervalo, duração, alergias, duplicidades e interações.

A prescrição é documento assistencial e legal

Evite abreviaturas ambíguas, informações incompletas e alterações que prejudiquem a rastreabilidade. Em meio eletrônico, revise campos pré-preenchidos e seleções automáticas antes de assinar — itens "copiados" de dias anteriores são fonte frequente de erro.

Gerar prescrição hospitalar

Monta a prescrição em tabela numerada: dieta → medicações (ordenadas por via e tipo) → "se necessário" → cuidados. Revise cada item antes de transcrever ao sistema ou imprimir.

Privacidade: o documento é montado no seu navegador. Nenhum dado é enviado ao servidor. Os dados do paciente nunca são salvos; os seus (médico) só ficam neste navegador se você deixar marcada a opção "Lembrar".

  • Escreva cada medicamento com nome genérico, concentração, dose, via, frequência e duração — sem abreviaturas ambíguas (U, UI, µg, "SOS").
  • Medicamentos de alta vigilância (insulinas, anticoagulantes, opioides, potássio e eletrólitos concentrados) merecem dupla checagem.
PacienteNão é salvo em lugar nenhum.
Dados do documento
Tipo
Medicações e "se necessário" *

Ordem automática na folha: primeiro por via (EV › IM › SC › VO › demais); na mesma via, por tipo (hidratação › droga vasoativa › antibiótico › específica do tratamento › sintomático de horário). Depois vêm os "se necessário", na mesma lógica.

Medicações (prescrição ativa)
Se necessário

Itens padrão já preenchidos: desmarque o que não se aplica e toque em Editar para ajustar. Todo item precisa de critério objetivo ("se …").

Doses de referência para adulto, editáveis. Confira a dose e ajuste à função renal, ao peso e ao protocolo institucional antes de prescrever.

Cuidados e monitorização
Médico(a)Pode ser lembrado neste navegador.
Aparece no topo do documento.

Campos em destaque ainda não foram preenchidos. Revise o texto antes de assinar: o documento é de responsabilidade de quem o emite.

Prescrição de admissão

Parta da situação clínica atual e registre o que influencia o cuidado: alergias, dispositivos, restrições, risco de deterioração e terapias iniciadas. A primeira prescrição deve orientar a equipe até a próxima reavaliação.

Problemas ativos

Diagnósticos confirmados e hipóteses que orientam a conduta.

Dieta

Via, consistência, restrições e necessidades nutricionais.

Hidratação

Só quando indicada: solução, volume, velocidade e meta de reavaliação.

Medicações

Reconciliação: o que é mantido, ajustado, iniciado ou suspenso.

Profilaxias

Tromboprofilaxia e outras medidas conforme risco individual.

Monitorização

Sinais vitais, controles e balanços compatíveis com a gravidade.

Dieta e suporte nutricional

Considere capacidade de alimentação oral, risco de broncoaspiração, necessidade de consistência modificada, restrições metabólicas e demanda nutricional (livre, branda, pastosa, líquida, dietas específicas, nutrição enteral).

Na nutrição enteral, descreva fórmula ou estratégia do serviço, via, volume e velocidade; progrida conforme tolerância, metas e risco de síndrome de realimentação. Água pela sonda deve considerar necessidades hídricas, outras soluções, função renal, perdas e risco de sobrecarga.

Dieta zero não é ausência de plano

Se o jejum se prolongar, reavalie hidratação, glicemia, eletrólitos e a estratégia nutricional. Evite valores calóricos fixos como regra universal.

Hidratação venosa

Defina o objetivo antes de prescrever: ressuscitação, reposição de perdas, manutenção ou correção de distúrbios. Tipo e volume dependem do estado hemodinâmico, eletrólitos, função renal, comorbidades e balanço.

Insuficiência cardíaca, cirrose e doença renal exigem atenção à sobrecarga. Em perdas gastrointestinais, febre ou poliúria, reavalie a reposição de forma seriada. Fluidos são medicamentos: prescreva com volume, velocidade e prazo de reavaliação.

Dispositivos e acessos

Registre cateteres venosos e arteriais, sondas e drenos quando interferirem no plano. Reavalie diariamente a necessidade de cada dispositivo e siga os protocolos institucionais de prevenção de infecção, evitando trocas automáticas sem indicação.

Boa prática

Ao finalizar a admissão, confira se dieta, fluidos, medicamentos, profilaxias, monitorização e cuidados estão coerentes entre si e com os problemas ativos.

Como estruturar cada medicamento

Medicamento (nome genérico) + concentração + forma farmacêutica + dose + via + frequência/horário + duração + orientações de preparo e administração

Exemplo: Amoxicilina 500 mg, cápsula — administrar 1 cápsula por via oral a cada 8 horas, por 7 dias. No SUS, use a Denominação Comum Brasileira (Lei 9.787/1999).

Forma e concentração

Sem dúvida entre apresentações do mesmo fármaco.

Dose

Peso, idade, função renal/hepática, indicação e limites.

Via

Explícita: oral, IV, IM, SC, enteral, tópica…

Frequência

Intervalo ou horários claros, sem expressões vagas.

EviteEscreva
U ou UI"unidades" por extenso
µg ou mcg"microgramas"
SOS / "se necessário" sem critériocondição objetiva + intervalo mínimo + dose máxima
Zero após a vírgula (5,0 mg)5 mg
Vírgula sem zero à esquerda (,5 mg)0,5 mg
"1 ampola"dose em mg/mL e volume

Com base no Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos (Ministério da Saúde/Anvisa/Fiocruz, 2013) e nas recomendações do ISMP Brasil.

Reconciliação, ajustes e riscos

Reconciliação medicamentosa

Confirme o uso habitual por mais de uma fonte (paciente/família, receitas, embalagens, prontuário, farmácia). Atenção a anti-hipertensivos, antidiabéticos, anticoagulantes, antiagregantes, anticonvulsivantes, corticoides e imunossupressores. A decisão deve ser explícita: manter, suspender, substituir, reduzir, aumentar ou ajustar intervalo.

Ajustes e riscos

Revise função renal e hepática para fármacos dependentes dessas vias. Idosos e frágeis têm maior sensibilidade e risco de interações. Verifique alergias, duplicidade, prolongamento de QT, risco hemorrágico, sedação, hipotensão e hipoglicemia.

Medicamentos potencialmente perigosos (alta vigilância)

Insulinas, anticoagulantes, opioides, sedativos IV, eletrólitos concentrados (cloreto de potássio, sódio hipertônico) e quimioterápicos causam dano grave quando há erro. Padronize concentrações, evite abreviaturas e use dupla checagem conforme o protocolo da instituição.

Antimicrobianos, profilaxias e "se necessário"

Prescreva antimicrobianos quando houver indicação, cobrindo o foco provável sem espectro desnecessariamente amplo. Colha culturas antes da primeira dose sempre que isso não atrasar tratamento urgente. Registre indicação, dose, via, intervalo, dia de uso e duração prevista; reavalie em 48–72 horas para ajuste ou descalonamento.

Profilaxias não são automáticas: avalie risco de tromboembolismo venoso e de sangramento, lesão gastrointestinal, delirium, constipação e náuseas conforme o perfil do paciente.

Cultura quando indicadaFoco provávelDuração definidaDescalonamento
Prescrição "se necessário"

Descreva a condição que autoriza o uso, o intervalo mínimo entre doses e a dose máxima no período. Ex.: "dipirona 1 g IV se dor ≥ 4 na escala numérica, intervalo mínimo de 6 horas, máximo 4 g/dia". Evite "SOS" isolado, "usar como de costume" ou "1 ampola" sem concentração.

Ordem dos itens e "se necessário" padrão do gerador (adulto)

No gerador, a prescrição sai em tabela numerada: dieta → medicações → "se necessário" → cuidados e monitorização. As medicações são ordenadas pela via (EV › IM › SC › VO › demais) e, na mesma via, pelo tipo (hidratação › droga vasoativa › antibiótico › específicas do tratamento › sintomáticos de horário). Os "se necessário" seguem a mesma lógica.

Os itens "se necessário" abaixo vêm marcados como ponto de partida e são todos editáveis. São doses habituais para adulto: confira e ajuste à função renal, ao peso, às alergias e ao protocolo da instituição.

SituaçãoItem padrãoBase
HipoglicemiaGlicose 50% 40 mL (20 g) EV se glicemia capilar < 70 mg/dL sem via oral, 100 mg/dL. Acordado e deglutindo: 15–30 g de glicose VO.Diretriz SBD — hiperglicemia hospitalar (20–30 g EV nos níveis 2/3)
HiperglicemiaInsulina regular SC conforme glicemia capilar: 181–220 mg/dL 2 unidades, +1 unidade a cada 40 mg/dL, até 8 unidades se > 420 mg/dL (comunicar). Escala isolada só para hiperglicemia ocasional.Diretriz SBD (escala "usual", fator de sensibilidade 40); ADA Standards of Care
Hipotensão / hipovolemiaSF 0,9% 500 mL EV em até 15 min se PAS < 90 mmHg, PAM < 65 mmHg ou sinais de hipoperfusão; comunicar ao médico e reavaliar antes de repetir.NICE CG174 (bolus de 500 mL de cristaloide)
Náuseas / vômitosOndansetrona 4 mg EV até de 8/8 h (alternativa desmarcada: metoclopramida 10 mg EV até de 8/8 h, máximo 30 mg/dia por até 5 dias).Bulas (Anvisa); EMA 2013 (metoclopramida)
Febre e dorDipirona 1 g EV até de 6/6 h se dor ≥ 4 ou temperatura axilar ≥ 37,8 °C; máximo 4 g/dia.Bula (Anvisa)
Só dorTramadol 50 mg EV diluído até de 6/6 h se dor ≥ 7 ou sem resposta à dipirona; máximo 400 mg/dia (> 75 anos 300 mg; ClCr < 30 mL/min: 12/12 h, máximo 200 mg/dia).Bula (Anvisa)
PA muito elevadaCaptopril 25 mg VO (alternativa desmarcada: clonidina 0,100 mg VO) se PA ≥ 180/110 mmHg confirmada após repouso e tratamento de dor, ansiedade e retenção urinária; comunicar ao médico.Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025

Elevação importante da PA sem lesão aguda de órgão-alvo não é emergência: reduza de forma gradual (PAS < 160 e PAD < 100 mmHg em dias), nunca com nifedipina sublingual. Na suspeita de lesão de órgão-alvo, avaliação médica imediata.

Cuidados e monitorização

A prescrição também organiza cuidados não medicamentosos; intervalo e intensidade da monitorização refletem a gravidade e os riscos.

  • Sinais vitais em intervalo apropriado; curva térmica quando útil.
  • Balanço hídrico, diurese e débito de drenos quando indicados.
  • Registro de evacuações quando relevante.
  • Cabeceira elevada quando houver indicação.
  • Mudança de decúbito e prevenção de lesão por pressão.
  • Mobilização e fisioterapia conforme a condição funcional.

Mobilidade

Estimule mobilização segura e reduza a imobilidade desnecessária.

Decúbito

Mudanças de posição conforme risco e tolerância.

Curativos

Frequência e técnica conforme ferida, dispositivo e protocolo.

Via aérea

Oxigênio com meta de saturação; aspiração e fisioterapia com indicação.

Peso

Seriado em controle volêmico, nutrição e ajuste de doses.

Exames

Somente quando houver impacto esperado na conduta.

Revisão diária da prescrição

Revisar não é copiar a prescrição anterior: ela deve refletir a evolução, a lista de problemas atualizada e os objetivos do dia.

  1. O diagnóstico mudou?

    Reavalie hipóteses e diferenciais à luz da evolução e dos exames.

  2. A dieta ainda é adequada?

    Aceitação, via, consistência, restrições e metas.

  3. Os fluidos ainda são necessários?

    Balanço, pressão, diurese, eletrólitos, edema e perdas.

  4. Há medicamento que pode sair?

    Duplicidades, itens sem indicação atual, risco maior que benefício.

  5. Há necessidade de ajuste?

    Dose, intervalo ou via conforme função orgânica, resposta e eventos adversos.

  6. O plano de alta começou?

    Transição para via oral, simplificação do esquema e orientações.

Checklist antes de assinar

Prescrever também é desprescrever

Retirar com segurança o que perdeu a indicação é parte do cuidado. Quanto mais longa a internação e maior o número de itens, mais importante revisar sistematicamente cada um.

Referências bibliográficas

Fontes sobre segurança da prescrição, estrutura da prescrição e uso racional de medicamentos.

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    Norma2013
    BRASIL. Ministério da Saúde; Anvisa; Fiocruz. Protocolo de Segurança na Prescrição, Uso e Administração de Medicamentos. Anexo da Portaria GM/MS nº 2.095, de 24 de setembro de 2013. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
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    Norma2013
    BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 529, de 1º de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente.
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    Livro/artigo2015
    INSTITUTO PARA PRÁTICAS SEGURAS NO USO DE MEDICAMENTOS (ISMP Brasil). Erros de medicação associados a abreviaturas, siglas e símbolos. Boletim ISMP Brasil, 2015; e Medicamentos potencialmente perigosos de uso hospitalar — lista atualizada.
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    Norma2021
    AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RDC nº 471, de 23 de fevereiro de 2021. Prescrição, dispensação e controle de antimicrobianos.
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    Documento oficial2023
    AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Diretriz nacional para elaboração de programa de gerenciamento do uso de antimicrobianos em serviços de saúde. Brasília: Anvisa, 2023.
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    Norma1999
    BRASIL. Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, art. 35; Lei nº 9.787, de 10 de fevereiro de 1999, art. 3º.
  7. 7
    Norma2018
    CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018. Código de Ética Médica.
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    Documento oficial
    CAPUCHO, H. C. Uso racional de medicamentos: fundamentação em condutas terapêuticas e nos macroprocessos da assistência farmacêutica. Brasília: OPAS/OMS.
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    Documento oficial2016
    SANTI, L. Q. Prescrição: o que levar em conta? Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2016.
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    Documento oficial2017
    WORLD HEALTH ORGANIZATION. Medication without harm: WHO global patient safety challenge. Geneva: WHO, 2017.
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    Livro/artigo2025
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    Livro/artigo2025
    AMERICAN DIABETES ASSOCIATION PROFESSIONAL PRACTICE COMMITTEE. 16. Diabetes Care in the Hospital: Standards of Care in Diabetes—2025. Diabetes Care, v. 48, supl. 1, 2025.
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    Livro/artigo2025
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA; SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO; SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 122, n. 9, e20250624, 2025.
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    Livro/artigo2017
    NATIONAL INSTITUTE FOR HEALTH AND CARE EXCELLENCE (NICE). Intravenous fluid therapy in adults in hospital (CG174). London: NICE, 2013 (atualizada em 2017).
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    EUROPEAN MEDICINES AGENCY. European Medicines Agency recommends changes to the use of metoclopramide. EMA/13239/2014. London: EMA, 2013.
  16. 16
    Documento oficial
    AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Bulário Eletrônico — bulas para o profissional de saúde de dipirona sódica, cloridrato de tramadol, cloridrato de ondansetrona, cloridrato de metoclopramida, captopril e cloridrato de clonidina. Disponível em: consultas.anvisa.gov.br.

Aviso

Conteúdo educacional. Adapte à avaliação clínica, aos protocolos institucionais, às normas sanitárias vigentes e às características de cada paciente. Doses dos exemplos são ilustrativas.

Finalidade educacional

Conteúdo educacional. Adapte à avaliação clínica, à legislação vigente, às normas do CFM/CRM e aos fluxos do seu serviço e município. Confira sempre a versão atual das normas citadas.

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