Definições
Dois conceitos organizam todo o atendimento: o que é a agitação que se quer controlar e qual é o objetivo da medicação. Confundir “tranquilizar” com “sedar profundamente” leva a doses excessivas, depressão respiratória e perda do exame clínico que permitiria achar a causa.
Atividade motora e verbal aumentada e desorganizada, acompanhada de tensão interna, que pode evoluir para agressividade contra si mesmo, contra terceiros ou contra o ambiente.
Acalmar o paciente sem sedação excessiva — idealmente sem sedar —, de modo que ele possa participar do próprio cuidado e que a causa da agitação possa ser investigada. Indicada quando as medidas não farmacológicas falham ou não são viáveis.
Agitação não é diagnóstico: é uma síndrome. Toda agitação exige busca ativa de causa orgânica, sobretudo quando não há história psiquiátrica prévia.
