Astrenmed

Bulário clínico · Anti-hipertensivo

Cloridrato de Lercanidipino

Bloqueador di-hidropiridínico dos canais de cálcio de alta lipofilicidade e seletividade vascular, de dose única diária, usado no tratamento da hipertensão arterial leve a moderada.

Via oralBCC di-hidropiridínico1x/dia em jejumContraindicado na DRC graveReceita simples

Revisado em pela equipe Astrenmed

Tomar em jejum e evitar toranja

Refeição rica em gordura aumenta em cerca de 4 vezes a biodisponibilidade. Tomar pelo menos 15 minutos antes do café da manhã. Inibidores fortes do CYP3A4, ciclosporina e suco de toranja são contraindicados.

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Visão geral

O essencial do perfil clínico em uma tela.

O que é o lercanidipino?

É um bloqueador dos canais de cálcio di-hidropiridínico de terceira geração, muito lipofílico e altamente seletivo para o músculo liso vascular. Bloqueia a entrada de cálcio nas células musculares lisas, relaxa a musculatura arterial e reduz a resistência periférica total. A partição nas membranas celulares garante início gradual e efeito anti-hipertensivo sustentado por 24 horas, sem efeito inotrópico negativo clinicamente relevante.

ViaOral · 1x/dia em jejum
Faixa etáriaAdulto ≥ 18 anos
SUSFora da RENAME
ReceitaReceita simples · sem retenção

Composição e papel de cada componente1 ativos

Cloridrato de lercanidipino

Di-hidropiridina lipofílica e vasosseletiva, de ação prolongada e início gradual.

Bloqueador dos canais de cálcio tipo L

Quando usar e quando evitar

Indicações
  • Hipertensão arterial essencial leve a moderada, em monoterapia.
  • Hipertensão arterial em associação com IECA, BRA, diuréticos ou betabloqueadores.
  • Alternativa em pacientes com edema maleolar importante com outras di-hidropiridinas.
Não indicado
  • Gestação, lactação e mulheres em idade fértil sem contracepção eficaz.
  • Menores de 18 anos.
  • Insuficiência renal grave (ClCr < 30 mL/min), inclusive em diálise, e insuficiência hepática grave.
  • Angina instável, insuficiência cardíaca não tratada e primeiro mês após infarto.
  • Urgências e emergências hipertensivas.

Apresentações

Concentrações, embalagens e nomes comerciais no Brasil.

Apresentações disponíveis2 apresentações

ApresentaçãoForma farmacêuticaConcentração / composiçãoEmbalagemNomes comerciais
Cloridrato de lercanidipino 10 mgComprimido revestido10 mgEmbalagens com 20 ou 30 comprimidos revestidos, entre outras conforme o fabricante.
ZanidipLercanPrevipress
Cloridrato de lercanidipino 20 mgComprimido revestido20 mgEmbalagens com 20 ou 30 comprimidos revestidos, entre outras conforme o fabricante.
ZanidipLercanPrevipress
Cloridrato de lercanidipino 10 mgComprimido revestido
Concentração / composição
10 mg
EmbalagemEmbalagens com 20 ou 30 comprimidos revestidos, entre outras conforme o fabricante.
Nomes comerciais
ZanidipLercanPrevipress
Cloridrato de lercanidipino 20 mgComprimido revestido
Concentração / composição
20 mg
EmbalagemEmbalagens com 20 ou 30 comprimidos revestidos, entre outras conforme o fabricante.
Nomes comerciais
ZanidipLercanPrevipress
Atenção

Excipientes

Contém lactose. Os comprimidos de 10 mg contêm dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo; os de 20 mg, dióxido de titânio e óxido de ferro vermelho, que podem causar reações alérgicas.

Posologia

Dose, frequência e duração por população.

Dose inicial10 mg 1x/dia

15 min antes do café da manhã

Dose máxima20 mg/dia

Após cerca de 2 semanas

ClCr < 30 mL/minContraindicado

Inclui diálise

Hepatopatia graveContraindicado

Leve a moderada: cautela

Esquemas por população3 grupos

Adulto

Via oral2 esquemas
IndicaçãoDoseFrequênciaDuraçãoObservações
Dose usual10 mg1x/diaUso contínuoTomar pelo menos 15 minutos antes de uma refeição, preferencialmente antes do café da manhã. Efeito máximo em cerca de 2 semanas.
20 mg1x/diaUso contínuoPara controle insuficiente com 10 mg após cerca de 2 semanas. Dose máxima diária; acima disso, associar outra classe.
Dose usual
10 mg1x/dia
Detalhes
DuraçãoUso contínuo
Observações

Tomar pelo menos 15 minutos antes de uma refeição, preferencialmente antes do café da manhã. Efeito máximo em cerca de 2 semanas.

20 mg1x/dia
Detalhes
DuraçãoUso contínuo
Observações

Para controle insuficiente com 10 mg após cerca de 2 semanas. Dose máxima diária; acima disso, associar outra classe.

Pediatria

Via oral1 esquema
IndicaçãoDoseFrequênciaDuraçãoObservações
Uso pediátricoContraindicado——Contraindicado em menores de 18 anos, pela ausência de dados de segurança e eficácia.
Uso pediátrico
Contraindicado—
Detalhes
Duração—
Observações

Contraindicado em menores de 18 anos, pela ausência de dados de segurança e eficácia.

Populações especiais

Gestação e lactação

Gestação

Categoria C

Não usar

Contraindicado na gestação e em mulheres em idade fértil sem contracepção eficaz. Substituir por anti-hipertensivo seguro na gestação, como nifedipino de liberação prolongada ou metildopa.

Lactação

Contraindicado

Não usar

Pela alta lipofilicidade, é provável a passagem para o leite. Preferir nifedipino ou anlodipino na amamentação.

Ajuste por órgão

CondiçãoAjuste / DoseFrequênciaObservações
Insuficiência renal leve a moderadaTitular com cautela10 mg1x/diaTitular com cautela. Cuidado especial ao aumentar a dose para 20 mg, com monitorização da pressão arterial.
ClCr < 30 mL/min, inclusive hemodiálise e diálise peritonealContraindicadoNão usar—Contraindicado na insuficiência renal grave. Na diálise peritoneal, pode turvar o efluente.
Insuficiência hepática leve a moderadaTitular com cautela10 mg1x/diaTitular com cautela. O efeito anti-hipertensivo pode ser maior; cuidado especial ao aumentar para 20 mg.
Insuficiência hepática graveContraindicadoNão usar—Contraindicado. Metabolismo hepático extenso pelo CYP3A4; uso contraindicado.
Insuficiência renal leve a moderadaTitular com cautela
10 mg
Frequência1x/dia
Observações

Titular com cautela. Cuidado especial ao aumentar a dose para 20 mg, com monitorização da pressão arterial.

ClCr < 30 mL/min, inclusive hemodiálise e diálise peritonealContraindicado
Não usar
Frequência—
Observações

Contraindicado na insuficiência renal grave. Na diálise peritoneal, pode turvar o efluente.

Insuficiência hepática leve a moderadaTitular com cautela
10 mg
Frequência1x/dia
Observações

Titular com cautela. O efeito anti-hipertensivo pode ser maior; cuidado especial ao aumentar para 20 mg.

Insuficiência hepática graveContraindicado
Não usar
Frequência—
Observações

Contraindicado. Metabolismo hepático extenso pelo CYP3A4; uso contraindicado.

Outras populações

Não há ajuste posológico específicoIdoso

Sem ajuste inicial obrigatório, mas titular com cuidado, atentando a hipotensão postural.

Modelos de prescrição2 modelos

Dose usual — 10 mgUso oralAbrir modelo
Texto da prescriçãoVocê pode alterar livremente o conteúdo antes de copiar.
Dose usual — 20 mgUso oralAbrir modelo
Texto da prescriçãoVocê pode alterar livremente o conteúdo antes de copiar.

Administração

Técnica de aplicação, vias e situações especiais.

DiluentesNão se aplicaReconstituiçãoNão requer
Via principalVia oral

Tomar pelo menos 15 minutos antes de uma refeição, preferencialmente antes do café da manhã, com água.

Técnica de aplicação5 passos

1
Tomar em jejum

Pelo menos 15 minutos antes do café da manhã; refeição gordurosa aumenta muito a absorção.

2
Engolir inteiro

Não partir nem mastigar o comprimido.

3
Evite toranja e álcool

O suco de toranja é contraindicado e o álcool potencializa a vasodilatação.

4
Revise interações

Antes de iniciar, verificar uso de azólicos, macrolídeos, inibidores de protease, ciclosporina e indutores enzimáticos.

5
Dose esquecida

Se esquecer, tomar a próxima dose no horário habitual. Não dobrar a dose.

Compatibilidade por via

ViaStatusObservações
OralVia indicadaÚnica via com apresentação comercial. Em jejum, antes do café da manhã.
SNG/SNESem dadosNão há dados de administração por sonda; a dieta enteral pode alterar muito a absorção. Preferir outro anti-hipertensivo.
SublingualNão usarNão há dados; não é opção para urgência hipertensiva.
EndovenosaNão se aplicaNão existe apresentação parenteral.
IntramuscularNão se aplicaNão existe apresentação parenteral.
SubcutâneaNão se aplicaNão existe apresentação parenteral.
RetalNão se aplicaNão há apresentação nem dados para uso retal.
Tópica/mucosasNão se aplicaNão se aplica.
OralVia indicada
Observações

Única via com apresentação comercial. Em jejum, antes do café da manhã.

SNG/SNESem dados
Observações

Não há dados de administração por sonda; a dieta enteral pode alterar muito a absorção. Preferir outro anti-hipertensivo.

SublingualNão usar
Observações

Não há dados; não é opção para urgência hipertensiva.

EndovenosaNão se aplica
Observações

Não existe apresentação parenteral.

IntramuscularNão se aplica
Observações

Não existe apresentação parenteral.

SubcutâneaNão se aplica
Observações

Não existe apresentação parenteral.

RetalNão se aplica
Observações

Não há apresentação nem dados para uso retal.

Tópica/mucosasNão se aplica
Observações

Não se aplica.

Situações especiais

Perioperatório

Avaliar individualmente

Bloqueadores de canais de cálcio costumam ser mantidos até o dia da cirurgia; decidir com a equipe anestésica conforme estabilidade hemodinâmica.

Diálise peritoneal

Efluente turvo

A turvação do efluente peritoneal pode simular peritonite; o achado é reversível com a suspensão. O uso com ClCr < 30 mL/min, inclusive em diálise, é contraindicado.

Fertilização in vitro

Bloqueadores de cálcio e espermatozoides

Alterações bioquímicas reversíveis na cabeça dos espermatozoides foram descritas com bloqueadores de canais de cálcio; considerar essa possibilidade em falhas repetidas de fertilização in vitro sem outra causa.

Cuidados

Contraindicações, monitoramento e eventos adversos.

Contraindicações amplas e interações pelo CYP3A4

Contraindicado em doenças cardíacas instáveis, na insuficiência renal ou hepática grave, na gestação, na lactação e com inibidores fortes do CYP3A4, ciclosporina ou toranja.

Contraindicações7 itens

  • Hipersensibilidade ao lercanidipino, a outras di-hidropiridinas ou a qualquer componente da formulação.
  • Obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo, incluindo estenose aórtica.
  • Insuficiência cardíaca congestiva não tratada, angina instável e até 1 mês após infarto do miocárdio.
  • Insuficiência renal grave (ClCr < 30 mL/min), incluindo diálise, e insuficiência hepática grave.
  • Uso com inibidores fortes do CYP3A4 (cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina, troleandomicina), ciclosporina e suco de toranja.
  • Gestação, lactação e mulheres em idade fértil sem contracepção eficaz.
  • Menores de 18 anos.

Populações especiais

Gestação

Categoria C

Estudos em animais não mostraram teratogenicidade, mas não há estudos em gestantes e o uso é contraindicado na gestação e em mulheres com potencial de engravidar sem contracepção.

Lactação

Contraindicado

Contraindicado na amamentação. Preferir di-hidropiridinas com dados de segurança na lactação.

Função renal

Contraindicado se ClCr < 30

Na disfunção leve a moderada, titular com cautela até 20 mg. Contraindicado com ClCr < 30 mL/min, inclusive em hemodiálise e diálise peritoneal.

Função hepática

Contraindicado se grave

Na insuficiência leve a moderada, o efeito pode ser maior; titular com cautela. Contraindicado na insuficiência hepática grave.

Monitoramento

Sinais de melhora
  • Pressão arterial e frequência cardíaca, sobretudo nas primeiras semanas.
  • Edema, cefaleia, rubor e palpitações.
  • Frequência e intensidade da angina em coronariopatas.
  • Sinais de toxicidade digitálica em uso de digoxina.
Sinais de alerta
  • Função renal e hepática em pacientes com comprometimento prévio.
  • Turvação do efluente na diálise peritoneal.
  • Dor torácica nova ou piora da angina.

Eventos adversos

Comuns1% a < 10%
CefaleiaEdema periféricoRuborTaquicardia e palpitações
Incomuns0,1% a < 1%
Tontura e sonolênciaHipotensãoNáusea, dispepsia e dor abdominalErupção cutânea e pruridoPoliúriaAstenia
Raros< 0,1%
Angina pectorisMialgiaVômitos e diarreiaHiperplasia gengivalDistúrbios visuais
GravesAtendimento imediato
Infarto do miocárdio, em relatos isoladosSíncope e hipotensão graveAngioedema e reações de hipersensibilidade

Advertências

  • Na síndrome do nó sinusal sem marca-passo, monitorar cuidadosamente, pois a disfunção de condução pode piorar.
  • Cautela na disfunção ventricular esquerda e na doença isquêmica do coração.
  • Em pacientes com angina preexistente, pode aumentar frequência, intensidade ou duração das crises; há relatos isolados de infarto.
  • Indutores do CYP3A4 (fenitoína, carbamazepina, rifampicina) podem reduzir significativamente a eficácia.
  • Evitar álcool, que intensifica a vasodilatação e a hipotensão.
  • Pode causar tontura, sonolência e visão turva; orientar cautela ao dirigir ou operar máquinas.
  • Contém lactose e corantes.

Técnico

Farmacologia, interações e informação regulatória.

Mecanismo de ação1 componentes

Cloridrato de lercanidipino

Bloqueia os canais de cálcio do tipo L do músculo liso vascular, impedindo a entrada de cálcio, relaxando a musculatura arterial e reduzindo a resistência periférica total. A alta lipofilicidade faz o fármaco se acumular nas membranas celulares, de onde é liberado lentamente, o que confere início gradual e efeito anti-hipertensivo de 24 horas, com seletividade vascular elevada e ausência de efeito inotrópico negativo relevante.

Farmacocinética

Absorção dependente de alimentos

Absorção completa, mas biodisponibilidade baixa por metabolismo de primeira passagem; aumenta cerca de 4 vezes se tomado até 2 horas após refeição rica em gordura. Ligação a proteínas acima de 98%.

Metabolizado pelo CYP3A4 em compostos inativos. Meia-vida de eliminação de 8 a 10 horas, com ação prolongada pela retenção nas membranas. Cerca de 50% eliminado pela urina como metabólitos; não há fármaco inalterado na urina ou nas fezes.

CYP3A4Ligação proteica > 98%t½ 8–10 hEfeito 24 h
Uso clínico

Menos edema maleolar

Em estudos comparativos e metanálises, o lercanidipino apresentou eficácia anti-hipertensiva semelhante à de outras di-hidropiridinas, com menor incidência de edema periférico e de abandono do tratamento por esse efeito.

Terceira geraçãoLipofílicoDose única diáriaEm jejum

Interações medicamentosas

Inibidores fortes do CYP3A4, como cetoconazol, itraconazol, ritonavir, eritromicina e troleandomicina, além da ciclosporina e do suco de toranja, elevam muito os níveis de lercanidipino e são contraindicados; inibidores moderados, como diltiazem e verapamil, exigem cautela. Indutores como rifampicina, fenitoína e carbamazepina podem reduzir de forma importante a eficácia. A ciclosporina tem seus níveis aumentados pela associação. A sinvastatina tem a exposição aumentada; tomar o lercanidipino pela manhã e a estatina à noite. A digoxina deve ser monitorada quanto a sinais de toxicidade. Midazolam e metoprolol podem ter níveis alterados. Álcool e outros anti-hipertensivos potencializam a hipotensão.

Informação regulatória

SUSNão incluídoNão integra a RENAME nem o Programa Farmácia Popular. Na rede pública, o anlodipino é o bloqueador de canal de cálcio disponível para hipertensão.
GenéricoDisponívelHá genéricos de cloridrato de lercanidipino de diferentes laboratórios em comprimidos revestidos de 10 mg e 20 mg.
ATCC08CA13Classificação WHO ATC/DDD: derivados di-hidropiridínicos; lercanidipino, código C08CA13. DDD de 10 mg por via oral.

Receituário

Tipo de receitaReceita simples
Número de vias1 via
RetençãoNão
ValidadeSem prazo específico de controle especial

Referências

Fontes regulatórias e clínicas utilizadas.

01
Bula profissional

Zanidip® — cloridrato de lercanidipino

Bula para o profissional de saúde, Bulário Eletrônico da ANVISA. Posologia, contraindicações, interações pelo CYP3A4 e farmacocinética.

2024
02
Bula profissional

Cloridrato de lercanidipino — medicamento genérico

Bulas profissionais de genéricos disponíveis no Bulário Eletrônico da ANVISA. Apresentações de 10 e 20 mg e uso em populações especiais.

2024
03
Relação nacional

RENAME 2024 — Relação Nacional de Medicamentos Essenciais

Ministério da Saúde. Elenco de bloqueadores de canais de cálcio disponíveis no SUS.

2024
04
Diretriz brasileira

Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão e Sociedade Brasileira de Nefrologia. Bloqueadores de canais de cálcio no tratamento inicial e combinado.

2025
05
Diretriz internacional

2023 ESH Guidelines for the Management of Arterial Hypertension

European Society of Hypertension. Bloqueadores de canais de cálcio di-hidropiridínicos e manejo do edema periférico.

2023
06
Classificação

WHO ATC/DDD Index · C08CA13

WHO Collaborating Centre for Drug Statistics Methodology. Classificação do lercanidipino entre os derivados di-hidropiridínicos.

2026
Revisão Astrenmed: outubro de 2026. Conteúdo de apoio à prática clínica — confirme apresentação, concentração, contraindicações e recomendações na bula profissional vigente e nos protocolos da sua instituição.
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