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Descolamento de Retina

Descolamento regmatogênico, tracional e exsudativo • retinal detachment

Separação da retina neurossensorial do epitélio pigmentar por acúmulo de líquido entre as duas camadas. A forma mais comum, a regmatogênica, começa com uma rotura; o quadro típico é de flashes, moscas volantes e uma sombra que avança no campo visual. É uma urgência oftalmológica: o resultado visual depende de operar antes que a mácula se descole.

RetinaUrgênciaOftalmoscopia indireta + ultrassom BTratamento cirúrgico
18–22 min de leitura Atualizado em outubro de 2026

Reconheça o achado

Imagem clínica

Descolamento regmatogênico: a retina descolada perde o brilho, fica acinzentada, ondulada e móvel; os vasos parecem mais escuros sobre ela. Toque para ampliar.

Principais achados
  1. 1
    Retina elevada, acinzentada, ondulada (regmatogênico) e móvel com os movimentos oculares
  2. 2
    Rotura retiniana — em ferradura, buraco ou diálise
  3. 3
    Células pigmentadas no vítreo anterior (sinal de Shafer)
  4. 4
    PIO mais baixa no olho afetado
  5. 5
    Defeito de campo visual oposto à área descolada
  6. 6
    Defeito pupilar aferente relativo nos descolamentos extensos ou com mácula descolada

Em 30 segundos

O essencial de visão geral

  1. Descolamento de retina = líquido entre a retina neurossensorial e o epitélio pigmentar.
  2. Três mecanismos: regmatogênico (rotura), tracional (membranas puxam) e exsudativo (líquido vindo da coroide, sem rotura).
  3. Sintomas clássicos: fotopsias, moscas volantes, sombra que avança e baixa visual se a mácula descola.
  4. Regmatogênico e tracional são cirúrgicos; o exsudativo é tratado pela causa.

O que é descolamento de retina

No descolamento regmatogênico (do grego rhegma, rotura), o vítreo liquefeito passa por uma rotura da retina para o espaço sub-retiniano. A rotura nasce, quase sempre, da tração do vítreo durante o descolamento posterior do vítreo (DPV) — por isso o pico de incidência coincide com a idade do DPV, entre 50 e 70 anos.

No tracional, membranas fibrovasculares ou fibrosas sobre a retina a puxam para longe do EPR, sem rotura (retinopatia diabética proliferativa, retinopatia da prematuridade, retinopatia falciforme). No exsudativo, o líquido vem da coroide ou de vasos anômalos e se acumula sem rotura (tumores, inflamação, doenças vasculares).

Todo paciente com flashes e moscas volantes de início súbito precisa de fundo de olho dilatado com exame da periferia — de preferência no mesmo dia. Rotura achada antes do descolamento se trata com laser no consultório.

Epidemiologia e fatores de risco

A incidência anual do descolamento regmatogênico fica em torno de 1 caso para cada 10 mil pessoas, com variação geográfica e aumento nas últimas décadas, em parte pela epidemia de miopia e pelo número de cirurgias de catarata.

Miopia

Principal fator de risco; o risco cresce com o grau.

Pseudofacia

Cirurgia de catarata, sobretudo com ruptura de cápsula posterior.

Degeneração lattice

Presente em parte importante dos olhos que descolam.

Trauma

Contuso (diálise) ou perfurante.

Descolamento no outro olho

Risco claramente maior no olho contralateral.

Genética

Stickler, Marfan, Ehlers-Danlos; história familiar.

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O essencial de quadro clínico

  1. Regmatogênico: convexo, ondulado, móvel, com rotura e Shafer positivo.
  2. Tracional: côncavo, liso, imóvel, com membranas; raramente chega à ora.
  3. Exsudativo: bolhoso, liso, com líquido que muda de lugar com a posição da cabeça.
  4. Descolamento antigo: retina fina, cistos, linhas de demarcação, menos móvel.

Os três tipos de descolamento

Reconhecer o tipo à fundoscopia muda tudo: a cirurgia que resolve o regmatogênico não serve para o exsudativo, e operar um tracional exige outra estratégia. Observe a forma da superfície, a mobilidade e se o líquido se desloca.

Mais comum

Regmatogênico

Superfície convexa e corrugada, acinzentada, que ondula com os movimentos oculares. Há rotura; pigmento no vítreo anterior. Tende a se estender até a ora.

Membranas

Tracional

Superfície côncava, lisa e imóvel, "puxada" por membranas fibrovasculares. Comum na retinopatia diabética proliferativa. Raramente chega à ora.

Sem rotura

Exsudativo (seroso)

Bolha lisa e convexa, sem rotura; o líquido "escorre" para a parte mais baixa quando o paciente muda de posição (shifting fluid). Procure tumor ou inflamação.

Comparação lado a lado

CaracterísticaRegmatogênicoTracionalExsudativo
Sintomas de DPVPresentes (flashes, moscas)Geralmente ausentesAusentes
RoturaSimNão (pode haver rotura secundária)Não
SuperfícieConvexa, corrugadaCôncava, lisaConvexa, lisa
MobilidadeOndulaImóvelLíquido muda de lugar com a posição
ExtensãoAté a oraRaramente até a oraVariável, tende às partes baixas
VítreoPigmento (Shafer)Membranas vitreorretinianasPode haver células (inflamação)
Causas típicasDPV, miopia, lattice, pseudofacia, traumaRetinopatia diabética, ROP, falciforme, trauma perfuranteMelanoma, metástase, VKH, esclerite posterior, Coats, pré-eclâmpsia

Sinais de descolamento antigo

Com semanas a meses, a retina descolada muda de aspecto. Esses sinais ajudam a datar o quadro e sugerem evolução lenta, como na diálise ou nas roturas atróficas do jovem.

  • Retina fina e transparente, menos móvel.
  • Cistos intrarretinianos (macrocistos).
  • Linhas de demarcação pigmentadas ("high water marks").
  • Linhas sub-retinianas brancas (fibrose) e PVR.

Vitreorretinopatia proliferativa (PVR)

Células do EPR e gliais migram pela rotura e formam membranas que contraem a retina, enrijecendo-a e criando pregas fixas. É a principal causa de falha da cirurgia. A classificação da Retina Society (revista por Machemer em 1991) gradua a gravidade.

GrauAchados
ATurvação vítrea, grumos de pigmento no vítreo e na retina inferior
BEnrugamento da superfície interna, bordas da rotura enroladas, vasos tortuosos, menor mobilidade
C (CP / CA)Pregas de espessura total, posteriores (CP) e/ou anteriores (CA) ao equador; extensão em horas de relógio (1–12)

Machemer R et al., Am J Ophthalmol 1991.

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O essencial de diagnóstico

  1. Oftalmoscopia indireta com depressão escleral, nos dois olhos, é o exame de referência.
  2. As regras de Lincoff ajudam a localizar a rotura primária pela forma do descolamento.
  3. Ultrassom B: obrigatório quando hemorragia vítrea ou catarata impedem ver o fundo.
  4. OCT confirma se a mácula está colada e detecta descolamento macular raso.

Avaliação passo a passo

O exame tem de responder: há descolamento? de que tipo? onde estão as roturas? a mácula está colada? há PVR? Examine também o outro olho — roturas e lattice contralaterais são frequentes.

  1. História

    Início e evolução dos sintomas; quando a sombra apareceu e se atingiu o centro; miopia, catarata operada, trauma, descolamento no outro olho, diabetes, doença sistêmica.

  2. Acuidade, pupilas, PIO

    DPAR nos descolamentos extensos; PIO tipicamente mais baixa (no descolamento com uveíte e PIO alta, pense na síndrome de Schwartz-Matsuo).

  3. Biomicroscopia

    Pigmento no vítreo anterior, hemorragia vítrea, células.

  4. Fundo dilatado

    Oftalmoscopia indireta com depressão escleral, lente de três espelhos ou de campo amplo; desenhar o descolamento e as roturas.

  5. Imagem

    Retinografia de campo amplo; OCT de mácula; ultrassom B se meios opacos; angiografia e ultrassom quando se suspeita de exsudativo.

Regras de Lincoff: onde está a rotura?

O líquido sub-retiniano desce pela gravidade a partir da rotura. Por isso a forma do descolamento aponta onde a rotura primária deve estar — útil quando ela não aparece de imediato.

Forma do descolamentoOnde procurar a rotura
Superior temporal ou nasal, rasoDentro de 1½ hora de relógio do ponto mais alto da borda
Total ou superior que cruza a linha média verticalÀs 12 h, ou num triângulo com vértice na ora que se estende 1½ hora para cada lado
Inferior com um lado mais altoNo lado mais alto do descolamento
Inferior bolhosoRotura superior: o líquido desceu (procurar acima)

Lincoff H, Gieser R. Arch Ophthalmol 1971. Vale para a rotura primária; mesmo achando-a, examine toda a periferia.

Esquema

Regras de Lincoff

Quatro diagramas de fundo mostrando a forma do descolamento e a área provável da rotura.

Exames complementares

Ultrassom ocular (modo B)

Membrana hiperecoica ancorada no disco e na ora, que se move ao movimento ocular (regmatogênico) ou fica rígida (tracional/PVR). Diferencia de DPV (membrana fina, não ancorada no disco) e mostra tumores.

OCT de mácula

Mostra líquido sub-retiniano sob a fóvea mesmo em descolamentos rasos; documenta o status macular e, no pós-operatório, líquido residual e membrana epirretiniana.

Retinografia de campo amplo

Documenta extensão e roturas; útil para seguimento.

Angiografia e exames sistêmicos

No exsudativo: angiofluoresceinografia/indocianina, ultrassom A/B do tumor, investigação de inflamação, hipertensão, doença renal.

Exame

Descolamento ao ultrassom B

Membrana hiperecoica em "V" ou funil, presa ao disco óptico, com alta refletividade no modo A.

Diagnóstico diferencial

CondiçãoAchado-chaveComo diferenciar
Achado-chaveBolha lisa, fixa, temporal inferior, bilateral
Como diferenciarEscotoma absoluto; sem Shafer; laser branqueia a camada externa; OCT mostra fenda intrarretiniana.
Descolamento de coroide
Achado-chaveElevações escuras, lisas, sólidas, que chegam à ora
Como diferenciarApós cirurgia/hipotonia; ao ultrassom, cúpulas espessas que poupam o disco.
Achado-chaveMassa pigmentada com descolamento exsudativo
Como diferenciarUltrassom: massa com baixa refletividade interna e escavação coroidea.
Descolamento posterior do vítreo
Achado-chaveFlashes e moscas sem defeito de campo
Como diferenciarRetina colada; anel de Weiss; ao ultrassom, membrana fina e móvel não presa ao disco.
Achado-chaveBolha restrita ao polo posterior
Como diferenciarCoriorretinopatia serosa central, neovascularização; sem rotura.

Galeria oftalmológica

Use as legendas como roteiro: forma da superfície, cor, relação com a mácula e presença de rotura. Toque para ampliar e use as setas para navegar.

Descolamento regmatogênico superior, mácula colada

Retina acinzentada e ondulada nos quadrantes superiores, com a borda inferior ainda acima da fóvea. É o cenário de maior urgência: a mácula ainda pode ser salva. Procure a rotura perto do ponto mais alto do descolamento.

Mácula onUrgênciaLincoff

Descolamento com mácula descolada

A bolha cobre o polo posterior e a fóvea perde o reflexo. A acuidade costuma cair para conta-dedos. A data em que a visão central caiu é a informação mais importante da história.

Mácula offBaixa visual

PVR com pregas fixas

Pregas estreladas e rígidas na retina descolada, vasos tortuosos e retina pouco móvel: vitreorretinopatia proliferativa grau C. Indica cirurgia mais complexa (vitrectomia com remoção de membranas, às vezes óleo de silicone).

PVRPregas estreladas

Descolamento tracional diabético

Membranas fibrovasculares ao longo das arcadas puxam a retina, que fica côncava e imóvel. Sem rotura, não há a ondulação do regmatogênico. Ameaça a mácula quando a tração avança para o centro.

TracionalRetinopatia diabética

Mácula colada × descolada no OCT

OCT

Fóvea com contorno normal; o líquido sub-retiniano para antes do centro.

Em 30 segundos

O essencial de tratamento

  1. Rotura sem descolamento: laser ou crioterapia no consultório.
  2. Regmatogênico: retinopexia pneumática, introflexão escleral ou vitrectomia.
  3. Tracional: vitrectomia quando a mácula está ameaçada ou descolada.
  4. Exsudativo: tratar a causa (tumor, inflamação, hipertensão) — não é cirúrgico.

Quão urgente?

A urgência depende da mácula. Com a mácula colada, o objetivo é operar antes que o descolamento a atinja — idealmente em até 24 horas, sobretudo se o descolamento é superior, bolhoso ou próximo da fóvea. Com a mácula já descolada, a cirurgia é feita nos dias seguintes, o quanto antes, porque o tempo de descolamento macular piora o prognóstico.

Mácula colada (on)

  • Cirurgia de urgência
  • Repouso relativo com a cabeça posicionada até a cirurgia pode reduzir a progressão
  • Melhor prognóstico visual

Mácula descolada (off)

  • Cirurgia nos próximos dias
  • Quanto menos tempo descolada, melhor
  • Recuperação central parcial e lenta

As técnicas cirúrgicas

Não há técnica única melhor para todos. No ensaio PIVOT (2019), a retinopexia pneumática, em casos selecionados, deu melhor acuidade e menos metamorfopsia em 1 ano que a vitrectomia, com taxa de sucesso com um único procedimento um pouco menor.

TécnicaComo funcionaMelhor paraPontos de atenção
Retinopexia pneumáticaCrio ou laser + injeção de gás expansível (SF6 ou C3F8); a bolha fecha a roturaRotura única (ou grupo em 1 hora de relógio) nos 2/3 superiores, sem PVRPosicionamento rigoroso da cabeça por dias; roturas novas
Introflexão escleral (buckle)Faixa/explante de silicone sutura na esclera aproxima a parede da rotura + crioterapiaJovens fácicos, diálise, roturas anteriores, vítreo formadoMiopização, diplopia, extrusão ou infecção do explante
Vitrectomia via pars planaRemove o vítreo e a tração; drena o líquido; endolaser; tamponamento com gás ou óleo de siliconePseudofácicos, roturas posteriores ou múltiplas, hemorragia vítrea, PVR, tracionalCatarata em fácicos; óleo exige segunda cirurgia para remoção
Esquema

Três maneiras de fechar a rotura

Bolha de gás empurrando a retina (pneumática), faixa escleral indentando a parede (buckle) e vitrectomia com tamponamento.

Após a cirurgia

No pós-operatório usam-se colírios de corticoide e antibiótico, muitas vezes com cicloplégico, em esquemas que variam entre serviços. O mais específico do descolamento é o cuidado com o gás intraocular e o posicionamento.

Com gás dentro do olho

Não viajar de avião nem subir a grandes altitudes e não receber óxido nitroso em anestesia até o gás ser absorvido (semanas): o gás se expande e a pressão intraocular pode subir a ponto de ocluir a artéria central da retina. Uma pulseira de alerta é recomendada.

  • Manter o posicionamento da cabeça orientado pelo cirurgião (a bolha sobe e precisa tocar a rotura).
  • A visão fica muito turva enquanto há gás; ver o "nível" da bolha descer é esperado.
  • Voltar imediatamente se houver dor intensa, piora súbita da visão ou nova sombra.

Em 30 segundos

O essencial de complicações

  1. PVR é a principal causa de redescolamento, em geral nas primeiras semanas a meses.
  2. Vitrectomia acelera a catarata nuclear em olhos fácicos.
  3. Introflexão escleral muda a refração (miopização) e pode causar diplopia.
  4. Metamorfopsia e membrana epirretiniana podem limitar a visão mesmo com a retina colada.

Complicações por técnica e por tempo

ComplicaçãoQuandoAssociação
Redescolamento por PVRSemanas a mesesDescolamento extenso, hemorragia vítrea, PVR prévia, roturas grandes, múltiplas cirurgias
Rotura nova ou não tratadaPrecoceMais frequente após retinopexia pneumática
Hipertensão ocularDiasGás expansível, óleo de silicone, corticoide
CatarataMesesVitrectomia (nuclear) e gás em contato com o cristalino
Membrana epirretiniana / edema macularSemanas a mesesQualquer técnica; causa metamorfopsia
Miopização, diplopia, extrusão do explanteMeses a anosIntroflexão escleral
EndoftalmiteDiasRara; qualquer cirurgia intraocular

Prognóstico

A grande maioria dos descolamentos regmatogênicos é reaplicada com uma única cirurgia, e quase todos com reoperações. O resultado visual depende do estado da mácula: com a mácula colada, a visão tende a voltar ao nível prévio; com a mácula descolada, a recuperação é parcial, lenta (meses) e pior quanto mais tempo ela ficou descolada.

Favorece

Mácula colada, descolamento recente e limitado, rotura única, sem PVR.

Piora

Mácula descolada há mais tempo, idade avançada, acuidade inicial muito baixa.

Alto risco de falha

PVR estabelecida, rotura gigante, trauma perfurante, hemorragia vítrea associada.

Referências bibliográficas

  1. 1
    Diretriz2025
    Kim SJ, Bailey ST, Kovach JL, et al.; American Academy of Ophthalmology Preferred Practice Pattern Retina/Vitreous Committee. Posterior Vitreous Detachment, Retinal Breaks, and Lattice Degeneration Preferred Practice Pattern®. Ophthalmology. 2025;132(4):P163–P196.
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    American Academy of Ophthalmology. Basic and Clinical Science Course (BCSC), Section 12: Retina and Vitreous. San Francisco: AAO; 2024–2025.
  3. 3
    Livro-texto2020
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  4. 4
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    Hollands H, Johnson D, Brox AC, et al. Acute-onset floaters and flashes: is this patient at risk for retinal detachment? JAMA. 2009;302(20):2243–2249.
  9. 9
    Livro-texto2021
    Gervasio KA, Peck TJ, eds. The Wills Eye Manual: Office and Emergency Room Diagnosis and Treatment of Eye Disease. 8. ed. Wolters Kluwer; 2021.
  10. 10
    Revisão online2026
    EyeWiki — American Academy of Ophthalmology. Rhegmatogenous Retinal Detachment. Acesso em 2026.

Fontes das imagens

As imagens deste atlas têm finalidade educacional e foram produzidas a partir de referências clínicas reais e de representações anatômicas didáticas.

Parte delas pode ter sido editada ou aprimorada digitalmente para destacar as estruturas e os achados descritos no texto.

Aviso importante

Material educacional. Não substitui a avaliação oftalmológica, os protocolos institucionais nem a consulta às bulas. A escolha da técnica e o momento da cirurgia são decisões do cirurgião de retina; esquemas de colírios pós-operatórios variam entre serviços.

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