Reconheça a lâmina
O gânglio espinal é uma das lâminas mais fáceis do sistema nervoso: neurônios enormes e redondos, cada um com uma "coroa" de núcleos pequenos ao redor. O esquema mostra de onde vêm e para onde vão os prolongamentos.
Figura 1. Gânglio espinal, HE, 400x. Pericários grandes e arredondados com núcleo central, nucléolo evidente e citoplasma com Nissl fino; cada um envolto por um anel contínuo de núcleos pequenos de células satélites. Entre os grupos de neurônios, fibras nervosas mielínicas.
- 1CápsulaConjuntivo denso na periferia, contínuo com o epineuro do nervo espinal.
- 2PericáriosGrandes, redondos, núcleo central claro com nucléolo "em olho de coruja". Tamanhos variados.
- 3Células satélitesNúcleos pequenos, redondos ou ovais, formando anel completo em volta de cada pericário.
- 4FibrasFeixes de fibras mielínicas entre os grupos de neurônios, com núcleos de células de Schwann.
Figura 2. Posição do gânglio na raiz dorsal e o neurônio pseudounipolar: um único prolongamento que se bifurca em ramo periférico (para o receptor) e ramo central (para a medula).
Neurônio pseudounipolar
Corpo celular no gânglio; prolongamento único em T. O impulso passa do ramo periférico ao central sem precisar atravessar o pericário.
Satélites e cápsula
Células satélites (glia) envolvem o pericário; por fora, lâmina basal e conjuntivo delicado.
Sem sinapses
Não há sinapse no gânglio espinal: o neurônio sensitivo só faz sinapse na medula ou no tronco encefálico.