Reconheça o achado
Compare a foto com o esquema. A sinéquia posterior se vê na pupila; a anterior periférica quase sempre só aparece na gonioscopia.
Figura 1. Pupila dilatada de forma irregular ("em trevo"): os pontos presos ao cristalino não se abrem e deixam depósitos de pigmento na cápsula anterior.
- 1PupilaIrregular sob midríase; quantos setores presos e em que horas.
- 2Cápsula anteriorAnel ou pontos de pigmento onde houve aderência (sinéquia rompida).
- 3InflamaçãoCélulas, flare, precipitados ceráticos, fibrina.
- 4Extensão360° = seclusão pupilar: risco de iris bombé.
Figura 2. Corte esquemático do segmento anterior: sinéquia posterior entre a margem pupilar e o cristalino; sinéquia anterior periférica entre a raiz da íris e o trabeculado; leucoma aderente entre íris e córnea.
Posterior
Íris–cristalino (ou íris–LIO, íris–vítreo no afácico). Uveíte anterior é a causa clássica.
Anterior periférica
Íris–ângulo (goniossinéquia). Fechamento angular, uveíte, neovascularização, ICE.
Anterior central
Íris–córnea após perfuração ou úlcera (leucoma aderente).
