Reconheça o achado
Esclerite anterior difusa: hiperemia profunda de tom violáceo, com vasos esclerais congestos e edema da esclera. Toque para ampliar.
- 1Dor ocular profunda, noturna, irradiada para a face
- 2Hiperemia violácea, setorial ou difusa, melhor vista à luz do dia
- 3Vasos profundos congestos que não clareiam com fenilefrina 10%
- 4Nódulo escleral imóvel e doloroso à palpação (forma nodular)
- 5Áreas avasculares brancas e afinamento com úvea azulada (necrosante)
- 6Na posterior: pouca hiperemia, baixa visual, dobras de coroide e sinal do T no ultrassom
A esclera é a túnica fibrosa e opaca do olho, feita de colágeno denso e pouco vascularizada; recebe nutrição dos plexos episclerais. Acima dela ficam a episclera (com o plexo superficial e o profundo) e a conjuntiva. Na esclerite, o plexo episcleral profundo, colado à esclera, é o que congestiona — por isso a cor é mais escura e os vasos não se movem nem clareiam.
